Somos Fibria
Objetivos do Desenvolvimento Sustentável

Estratégia

A Fibria encerra 2017 com um ganho importante, mas também com um grande desafio, em termos estratégicos. De uma parte, a entrada em operação da nova linha de produção de celulose de Três Lagoas caracteriza nosso primeiro grande investimento em expansão, marca o fim de um período de desalavancagem e sinaliza a consolidação de uma nova flexibilidade estratégica da companhia.

Três Lagoas (MS)
Foto: Marcio Schimming

Maior e mais equilibrada, a Fibria ganha melhores condições de olhar para a frente e analisar as oportunidades futuras que se apresentam — seja para o crescimento orgânico de seu negócio histórico, seja para a diversificação de seu portfólio de produtos a partir de ideias inovadoras e tecnologias avançadas aplicadas à sua base de florestas plantadas, que permanecem no centro de tudo o que fazemos.

De outra parte, encaramos o grande desafio de transformar em produtos, que tenham valor para nossos clientes, as linhas estratégicas de pesquisa tecnológica que elegemos para investir.

Aqui, é importante seguir caminhos paralelos e complementares: ao mesmo tempo em que avançamos no aperfeiçoamento das próprias tecnologias e processos de produção, trabalhamos com nossos clientes para desenvolver produtos e aplicações que resolvam seus problemas atuais e lhes ofereçam novas oportunidades de negócios.

Para cumprir esse importante compromisso, temos acordos de desenvolvimento conjunto com nossos clientes: mais do que lhes oferecer produtos prontos, buscamos elaborar as novas soluções em parceria. Nos estágios mais avançados, é preciso disponibilizar aos clientes os meios para que façam testes industriais dos produtos em estudo, em volume adequado e com qualidade consistente.

ALGUNS FRUTOS

Em 2017, avançamos nessa trilha de desenvolvimento conjunto em nossas linhas de pesquisa de novos negócios e produtos. Em 2018, alguns desses projetos poderão atingir o estágio ideal para serem apresentados ao Conselho de Administração da companhia para avaliação e eventual decisão de investimentos.

Serão passos decisivos para tornar cada vez mais concreta a presença da Fibria na construção global de uma economia de baixo carbono — diversificada, tecnologicamente avançada e sustentável —, a partir dos produtos da floresta plantada.

PILARES ESTRATÉGICOS DA FIBRIA

EXCELÊNCIA OPERACIONAL

Buscar o máximo de eficiência com custos reduzidos nas operações industriais e florestais. Isso engloba projetos ligados à contínua evolução da produtividade das nossas florestas e adoção das melhores práticas mundiais na reutilização de resíduos e na manutenção da estabilidade operacional, além da redução das externalidades negativas geradas pelas operações.

CRESCIMENTO

Crescer organicamente, por consolidações e por contratos comerciais, e ter custos competitivos são fatores que determinam o sucesso de um negócio inserido em um mercado global cada vez mais competitivo. Por isso, a expansão depende de uma base florestal consolidada e preparada para novos negócios.

DIVERSIFICAÇÃO

Trabalhar para diversificar o negócio e oferecer soluções que se afastem do conceito de commodities, seja na área de celulose, biorrefinaria, em novos modelos de relacionamento comercial, seja no desenvolvimento imobiliário.

Novos Negócios

A Fibria trabalha em linhas estratégicas de pesquisa com a finalidade de desenvolver produtos e serviços com base nas florestas plantadas. Para tanto, lança mão da própria estrutura de laboratórios e equipes de cientistas e técnicos e busca fazer parcerias ou aquisições que lhe facilitem o acesso a tecnologias inovadoras. A seguir, conheça algumas dessas linhas e seus avanços em 2017.

NOVAS APLICAÇÕES PARA A FLORESTA PLANTADA, PESQUISADAS PELA FIBRIA

  • Bio-óleo
  • Celulose Microfibrilar (MFC)
  • Celulose Nanocristalina (CNC)
  • Celulose para biocompósitos
  • Lignina

Bio-Óleo

O bio-óleo de madeira terá como mercado preferencial os Estados Unidos, país que oferece incentivos regulatórios ao uso de biocombustíveis.

O bio-óleo é madeira líquida. Vaporizada sem oxigênio a temperaturas acima de 500 graus e condensada, pode ser refinada, como o petróleo, e substituir combustíveis fósseis danosos ao meio ambiente. A Fibria e a empresa norte-americana Ensyn (na qual temos participação acionária de 12,1%) desenvolvem, em parceria, um projeto já avançado para a produção e a comercialização de bio-óleo em escala comercial, obtido a partir da madeira — um combustível limpo e renovável.

Em 2017, fizemos testes industriais do processamento do bio-óleo em refinarias e seguimos avançando nos ajustes finos do produto.

Numa escala de 1 a 100, o diesel e a gasolina feitos a partir de petróleo fóssil têm uma intensidade de carbono equivalente a 100; combustíveis similares, refinados a partir do bio-óleo, têm um índice de 20 a 22. Isso quer dizer que o produto em desenvolvimento pela parceria Fibria/Ensyn é quase cinco vezes menos poluente, em liberação de CO2, do que seus equivalentes de origem fóssil.

Celulose Microfibrilar (MFC)

Começou a operar, em 2017, a planta piloto de celulose microfibrilar (MFC) da Fibria em Aracruz (ES) — um produto do refino da celulose por tratamento mecânico.

O volume de produção da unidade piloto de Aracruz permitiu que a Fibria e seus clientes desenvolvessem e testassem em conjunto, ao longo do ano, novas aplicações da celulose microfibrilar nas indústrias de higiene, papel, cimento e cosméticos, entre outras. Por características próprias, o material pode ser usado na fabricação de papéis especiais, fraldas com maior poder de absorção, cimento com tempo de cura reduzido e cosméticos diferenciados.

Para o futuro, a Fibria antevê linhas de produção de celulose já enriquecida com a variedade microfibrilar, fornecida a clientes que a empregariam em produtos especialmente desenvolvidos.

Madeira que vira roupa

Uma das mais promissoras aplicações da celulose microfibrilar é na indústria têxtil, na qual o produto será usado como insumo na produção de fios para confeccionar tecidos e roupas. A Fibria vem explorando esse caminho, que tem o potencial de levar a companhia até uma das maiores cadeias produtivas da economia global.

Em 2017, a Fibria tornou-se acionista (com 18% de participação) da Spinnova, uma startup da Finlândia que desenvolve tecnologias extremamente inovadoras nesse campo. As pesquisas da startup, entre outras possibilidades, abrem rotas para a fabricação de tecidos a partir da madeira, com o potencial de competir com o algodão e a viscose (esta última já é um produto derivado da celulose). E fazem isso consumindo apenas uma fração da água e dos produtos químicos empregados na indústria têxtil tradicional.

A aliança da Fibria com a Spinnova visa desenvolver projetos em comum na América Latina, utilizando a celulose microfibrilar derivada da celulose feita do eucalipto. Esperamos, no futuro próximo, ter resultados que respaldem a formação de uma joint-venture global entre a Fibria e a Spinnova para atuar em um novo mercado de têxteis criados a partir de produtos da madeira de nossas florestas plantadas.

Ao fundo, Mario Luiz Costa, técnico de pesquisa de laboratório, em Aracruz (ES)
Foto: Marcio Schimming

Celulose Nanocristalina (CNC)

Outro projeto da Fibria no desenvolvimento de novos produtos de origem florestal é com a canadense CelluForce, líder global na produção de celulose nanocristalina (CNC) – material composto por nanocristais, com aplicações na exploração de óleo e gás e nas indústrias do cimento, plásticos e compósitos, tintas e revestimentos e cosméticos, entre outras.

A parceria foi firmada em 2016, quando a Fibria adquiriu a participação de 8,3% da CelluForce, e as primeiras amostras do material foram recebidas em 2017 para a realização de testes com clientes. Os resultados obtidos estão sendo estudados para que avanços sejam realizados em 2018. Vale lembrar que a Fibria tem o direito de distribuição exclusiva, na América do Sul, da celulose nanocristalina produzida com a tecnologia da empresa canadense.

Celulose no lugar dos plásticos

A Fibria está desenvolvendo o uso da celulose para substituir um percentual significativo dos plásticos empregados usualmente na fabricação de compósitos. Os resultados mais viáveis apontam para a substituição parcial de resinas de polietileno e polipropileno

Lignina

A produção de derivados da lignina é mais uma linha de pesquisa da Fibria. A lignina é a “cola” que mantém as fibras das árvores unidas. Na produção da celulose, ela é eliminada como resíduo e, mais tarde, queimada como combustível para produzir energia. Entre as diversas aplicações em estudo pela Fibria, a mais madura é o uso da lignina como resina na produção de painéis de madeira, no lugar de materiais de origem fóssil. Em 2017, foram realizados testes industriais dessa aplicação, em parceria com clientes potenciais. Para continuar as pesquisas, a Fibria mantém um centro de tecnologia próprio no Canadá, o Fibria Innovations, resultado da aquisição pela Fibria, em 2015, de uma empresa canadense especializada no estudo do material.

Metas de Longo Prazo

São o conjunto de compromissos que guiam a atuação da Fibria até 2025. Foram adotados em 2011, com o apoio do Conselho de Administração e do Comitê de Sustentabilidade, a partir dos pilares estratégicos e dos temas prioritários para a companhia. Por meio deles, buscamos garantir a concretização de nossa estratégia e a sustentabilidade do negócio.

As metas de longo prazo da Fibria não são estáticas, e podem evoluir ou acolher novos compromissos — um exemplo são as metas adotadas em 2016 para a redução do consumo de água em nossas operações. A seguir, as metas de longo prazo e os resultados de 2017.

Meta

Reduzir em 1/3 a quantidade de terras necessárias para a plantação de celulose.

Como

Aumentando a produtividade de 10 toneladas de celulose por hectare por ano, em 2010, para 15 toneladas de celulose por hectare por ano em 2025, com os novos clones plantados, por meio e novas técnicas de manejo florestal.

Benefícios

  • Menor concentração fundiária.
  • Maior disponibilidade de terras para outros usos.
  • Aumento de competitividade e maior retorno aos acionistas.

Resultados em 2017:

11,8 toneladas de celulose por hectare por ano (potencial dos novos clones
efetivamente recomendados para plantações comerciais).

Meta

Duplicar a absorção de carbono da atmosfera.

Como

Aumentando o sequestro líquido de 5,5 milhões de tCO2eq/ano, em 2011, para 11,1 milhões de tCO2eq/ano, em 2025, por meio do aumento das áreas florestais (plantios de eucalipto e áreas de conservação) e da restauração de áreas degradadas com espécies nativas.

Benefícios

  • Redução da concentração na atmosfera de gases causadores de efeito estufa.

NOTA: o sequestro líquido anual de carbono da atmosfera é definido pela diferença entre o sequestro total das florestas plantadas e nativas e as emissões de carbono diretas e indiretas de operações florestais, industriais e de logística ao longo do ciclo de produção de celulose, desde o viveiro até o cliente.

Resultados em 2017:

Captura líquida de aproximadamente 6,5 tCO2eq.
Saiba mais

Meta

Promover a restauração ambiental de 40 mil hectares de áreas próprias entre 2012 e 2025

Como

Com plantio de espécies florestais nativas e estímulo e condução da regeneração natural de espécies nativas.

Benefícios

  • Enriquecimento da fauna e flora, inclusive de espécies ameaçadas, nos biomas Mata Atlântica e Cerrado, e ampliação dos serviços ambientais – sequestro de carbono e disponibilidade e qualidade da água, entre outros – de áreas cujas características originais foram alteradas em decorrência da atividade humana.

Nota: essa meta não considera o apoio da Fibria a projetos de restauração em áreas de terceiros, desenvolvidos em convênios com outras entidades.

Resultados em 2017:

24,8 mil hectares recuperados entre 2012 e 2017.

Meta

Reduzir em 91% a quantidade de resíduos sólidos industriais destinados a aterros próprios ou de terceiros.

Como

Reduzindo de 60 kg/tonelada de celulose, em 2011, para 5 kg/tonelada de celulose, em 2025, por meio da diminuição da geração de resíduos nas fábricas e da reutilização de resíduos no solo.

Benefícios

  • Redução do uso de aterros industriais e de custos inerentes ao processo de controle durante e após sua utilização, aumento da ecoeficiência nos processos de produção da companhia e redução de custos com disposição de resíduos e substituição de insumos.

Resultados em 2017:

Redução de 51,1% na destinação de resíduos sólidos para aterros em relação a 2011.

Meta

Atingir 80% de aprovação nas comunidades vizinhas.

Como

Elevando o índice de aprovação nas comunidades vizinhas de 50%, em 2011, para 80%, em 2025, por meio da melhoria da qualidade do relacionamento com as comunidades, do apoio a projetos de desenvolvimento local e da inserção da comunidade na cadeia de valor da companhia.

Benefícios

  • Convivência harmoniosa com as comunidades vizinhas e ambiente propício ao desenvolvimento local.

Resultados em 2017:

Média de 70,6% de aprovação (pesquisa realizada a cada três anos).

Meta

Ajudar as comunidades a tornar autossustentáveis 70% dos projetos de geração de renda apoiados pela companhia.

Como

Evoluindo de 5% de projetos autossustentáveis, em 2011, para 70%, em 2025, por meio da ampliação do modelo PDRT – Programa de Desenvolvimento Rural e Territorial, da promoção de capacitação técnica e gerencial, por intermédio de consultorias e parcerias e da atração de apoio de outros parceiros.

Benefícios

  • Inclusão social das comunidades, reduzindo sua vulnerabilidade socioeconômica, protagonismo da comunidade em seu processo de desenvolvimento, aumento da qualificação gerencial e técnica dos membros das comunidades, autonomia das comunidades em relação ao setor privado ou ao público, estímulo à construção de capital social, redução dos conflitos e manutenção da boa convivência com comunidades vizinhas.

Resultados em 2017:

23,6% dos projetos são considerados autossustentáveis.

A meta se desdobra nas frentes floresta, viveiro e indústria.

Água na Floresta

Meta

Realizar a gestão hídrica em microbacias nas florestas da Fibria e disseminar conhecimento técnico sobre o tema para os nossos vizinhos em bacias críticas.

Como

Estabelecendo uma metodologia capaz de quantificar o impacto do clima regional e dos diferentes tipos de uso da terra sobre os recursos hídricos, desenvolvendo indicadores hidrológicos para avaliar melhor o planejamento paisagístico nessas bacias hidrográficas e criando um plano eficiente para compartilhar conhecimento técnico com pessoas situadas nas bacias hidrográficas.

Benefícios

Com base no monitoramento detalhado do uso da água nas florestas de eucaliptos, a Fibria pretende estabelecer metas quantitativas e, então, mitigar possíveis conflitos relacionados à sobreposição do uso da água.

Esse processo permite a tomada de decisão sobre a gestão mais adequada das paisagens visando desenvolver florestas com alta produtividade, com menor impacto sobre a água e sobre os recursos ambientais nas áreas da Fibria.

Resultados em 2017:

Com base em características físicas, sociais e hidrológicas, selecionamos três bacias hidrográficas para monitoramento e estabelecemos um plano estratégico de monitoramento ambiental. Definimos também indicadores de monitoramento para avaliar o efeito da gestão na bacia hidrográfica em parceria com especialistas da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/ USP).

Viveiro

Meta

Redução de 17% do consumo específico de captação de água por muda produzida (litros/muda produzida)

Como

Apostando na utilização de substrato com maior capacidade de retenção de umidade, no monitoramento diário e na gestão do consumo de água, no uso de novas tecnologias para a produção de mudas e ainda no aproveitamento de águas pluviais na irrigação.

Benefícios

  • Menor captação de água das fontes naturais, redução dos impactos ambientais e maior eficiência de produção.

Resultados em 2017:

Aumento na produção de mudas, com redução de 14,7% no consumo de água nos viveiros por muda produzida.

Operações Industriais

Meta

Redução de 17% do consumo de captação de água por tonelada de celulose produzida (m³ de água/tonelada de celulose).

Como

Contando com o apoio de comitês temáticos que estudam oportunidades para melhorar o consumo de água na fábrica, monitoramento diário e gestão do consumo de água, e projetos estruturados para substituir o uso da água pelo de efluentes. Um exemplo da atuação destes comitês foi a pronta resposta à condição de restrição de água quando houve a crise em decorrência do rompimento da barragem da Samarco que levou a uma redução rápida de consumo da fábrica (de 20%),
condição esta mantida mesmo após a crise.

Como resultado deste trabalho, alcançamos alguns benefícios importantes, como:

  • menos captação de água de fontes naturais;
  • redução do volume de águas residuais;
  • redução de impactos ambientais;
  • maior eficiência de produção;
  • redução da água a ser tratada e consequentemente menos uso de produtos químicos.

Benefícios

Menor captação de água das fontes naturais, redução no volume de efluentes e dos impactos ambientais, maior eficiência de produção, diminuição no volume de água a ser tratado e consequentemente menor uso de produtos químicos.

Resultados em 2017:

Redução de 4,8% no consumo industrial de água por tonelada de celulose produzida a partir de 2011.

Metas de Curto Prazo

Meta 2016 Resultados Meta 2017
Atualizar e avaliar o atual cenário de relacionamento com partes interessadas, críticas e estratégicas, nos estados do Espírito Santo e da Bahia. Identificar, atualizar e revalidar os riscos e conflitos existentes, alinhando direcionadores internos e revisando as estratégias das áreas da empresa envolvidas. Meta atingida Três consultorias realizaram amplo diagnóstico da situação atual dos relacionamentos com as partes interessadas. A partir dos resultados foram realizados quatro grandes WS com a participação de representantes de todas as áreas estratégicas da companhia. Cada WS teve um assunto diferente (indígenas, quilombolas, MST e empregos) e contou com representantes de cada uma dessas comunidades. Foram discutidas a situação dos relacionamentos e os problemas atuais, definindo-se um posicionamento para cada questão visando ao futuro dessas complexas relações. A partir dos posicionamentos, todas as estratégias foram revistas.
Iniciar amplo diálogo sobre a questão fundiária quilombola no Espírito Santo, com a participação da comunidade e dos agentes oficiais. Meta atingida O trabalho foi iniciado em 2016 e retomado em 2017, devido a questões políticas. Estamos dialogando pela primeira vez com a Conaq (Confederação Nacional Quilombola), a fim de achar soluções para a questão do território quilombola no norte do Espírito Santo.
Esse diálogo também possibilitou a entrada da Fibria em 20 comunidades quilombolas que no passado não interagiam com a Fibria. Estamos com projetos em 17 comunidades quilombolas no território e em 2018 completaremos as 20.
Incrementar programas de uso múltiplo das florestas por meio de projetos silvipastoris em São Paulo e Mato Grosso do Sul. Meta atingida Implantamos dois sistemas modelos em São Paulo (Capão Bonito e São José dos Campos) e estamos realizando as análises técnicas e financeiras.
Iniciar o processo de restauração em 1.729 hectares Meta atingida Iniciado o processo de restauração de 2.233 hectares.
Mapeamento de serviços ecossistêmicos associados à empresa e proposta de quantificação e/ou monetização Meta atingida • Mapeamento realizado dos serviços ecossistêmicos relevantes para as operações da Fibria no Brasil
• Estudo piloto de valoração de duas externalidades relevantes
Desenvolvimento da aplicação do nosso preço de carbono em projetos internos Meta atingida • Aplicação do preço interno de carbono para avaliação do projeto Pentatrem e das tecnologias de defletores que melhoram a aerodinâmica dos caminhões que transportam madeira.